Enquanto postava esse vídeo de Kiko aí embaixo, meu quarto foi invadido por uma enorme nuvem de poeira. Sabe aquela cena de "Todo Poderoso", quando ele já é Deus resolve que todos os pedidos devem aparecer em post-it e o quarto fica coberto de post-it, inclusive ele e o cachorro? Aqui aconteceu o mesmo, só que com poeira e sem eu pedir. Tem uma névoa pairando no quarto. Puta que pariu!!!
sexta-feira, julho 28, 2006
Saiu! Saiu! Saiu!
Finalmente, depois de um longo mês, fui pegar meu carro hoje lá na Caxangá Veículos. Sere, vi teu carro por lá, mas só sai pra semana. Voltando ao meu, saí da Caxangá e fui gastar dinheiro instalando o som. Rapaz, gastei dinheiro, mas o sorriso no rosto compensou. Alguém adivinha qual foi a música que botei pra testar o som? Essa pergunta é fácil... E o som tá uma maravilha. Bom fim de semana a todos e riam aí com Kiko e sua dancinha.
quinta-feira, julho 27, 2006
Se eu tivesse um cavanhaque desses

Cachorro bonito da porra. E amanhã de manhã, finalmente, vou pegar meu meio carro de volta. Demora do caralho.
Agora sim
Depois de dois dias sofrendo com o computador andando a 10 Km/h, tive que comprar um HD novo. Agora ele tá cá porra! Ligereza do caralho. Pense que o bicho agora tá é equipado: HD de 80 Gb, HD de 40 Gb, Monitor de 17", impressora multifuncional e as caixas novas de som com subwoofer e tudo mais. É um sorriso na cara e um rombo enorme na carteira. Fora que ainda vou ter que instalar o som do carro quando ele sair da oficina (!!!!), e isso inclui comprar os altofalantes. Com que dinheiro?! Acho que vou vender meu corpinho... Alguém se habilita? Só atendo mulheres.
quarta-feira, julho 26, 2006
Lembram da história do homem do Rá?

Aí vai mais uma foto que comprova esse fenômeno em minha pessoa. Serei eu um iluminado? RÁ!!
P.S. - Meu computador virou um Lenthium da noite pro dia. Tá uma merda isso aqui.
segunda-feira, julho 24, 2006
domingo, julho 23, 2006
Granja Araruna
Sábado, 21:50h, estava eu aqui em casa, me preparando para mais um sábado de [adult swim], quando me liga minha amiga Déa. Na hora eu pensei: "lá vem Déa me chamar pra ir pra farra". Segue o diálogo:
Eu: Faaaaala, Déa!!
Déa: Magoneeeeees!!
Eu: Diz, gatona!
Déa: Gatão, to com Sere, Tadeu (Sérgio) e Cacá (Catharina, prima dela) aqui no fiteiro e a gente tá pagando a conta pra ir pra granja fazer um foundezinho, topas?
Eu: Vocês vão de que horas?
Déa: Tamos pagando a conta, vamos fazer as comprinhas no Carrefour e vamos. E aí?
Eu: Topo (foi difícil, né?!)
Meia-noite e algo chegamos lá. Arrumamos as coisas, preparamos o founde, botamos uns cds pra tocar e tome papo a noite toda. É incrível como aquele lugar é agradável. Algumas mudanças estruturais ocorreram desde a última vez que eu tinha ido lá, mas nada que tire o brilho daquele lugar. Certa hora da noite, quando fui trocar o cd, encontrei um no meio dos cds da mãe de Andréa que eu sabia que não era dela e botei logo pra ouvirmos. Um cd que eu não ouvia fazia um tempinho e que eu gosto muito. Era o último cd da Habagaceira!! Claro que não era da mãe de Andréa; era de Serejo, que tinha deixado lá da última vez que ele tinha ido e já tinha dado como perdido o disco. Eita bandinha boa, rapaz... Hoje acordamos e pude constatar que mesmo depois de muito tempo sem ir lá, os hábitos continuam os mesmos: dominó com gin, todo mundo almoçando junto, ao chamado do sino de Dona Helena, salada de frutas com leite condensado de sobremesa, Tito e Nando tirando onda da nossa cara, etc. Ainda revi Edgard e Renatinha, que fazia séculos que não os via. E conheci Luana, a filha de Pati. Que pirralha linda da porra. Voltamos hoje de noite de lá, depois de comer o empadão de Seu Ricardo (que estava uma delícia), com a promessa de repetirmos mais vezes essa programação. Eu digo logo que to dentro, mas da proxima vez vai ter que rolar Master, Imagem & Ação ou então Serejo levar o Playstation dele. Porque esse povo que dorme depois do almoço e deixa os outros sem fazer nada num colaboram muito não.
Nu
Habagaceira
Antes da visão havia tua voz
Antes da razão a tua era por nós
Tanta provação
Num mundo de um sozinho
E tanta assombração num quintal vizinho
Me entrego agora
Como quem quer descansar
De não ser, o que quer
Como um aborto da memória
Como um cego a se enxergar
Não sou mais do que um medo de lhe mostrar
Que eu não sou quem você criou
E tento não levar embora
O que de bom deixei em ti
Déa: Gatão, to com Sere, Tadeu (Sérgio) e Cacá (Catharina, prima dela) aqui no fiteiro e a gente tá pagando a conta pra ir pra granja fazer um foundezinho, topas?
Eu: Vocês vão de que horas?
Déa: Tamos pagando a conta, vamos fazer as comprinhas no Carrefour e vamos. E aí?
Eu: Topo (foi difícil, né?!)
Meia-noite e algo chegamos lá. Arrumamos as coisas, preparamos o founde, botamos uns cds pra tocar e tome papo a noite toda. É incrível como aquele lugar é agradável. Algumas mudanças estruturais ocorreram desde a última vez que eu tinha ido lá, mas nada que tire o brilho daquele lugar. Certa hora da noite, quando fui trocar o cd, encontrei um no meio dos cds da mãe de Andréa que eu sabia que não era dela e botei logo pra ouvirmos. Um cd que eu não ouvia fazia um tempinho e que eu gosto muito. Era o último cd da Habagaceira!! Claro que não era da mãe de Andréa; era de Serejo, que tinha deixado lá da última vez que ele tinha ido e já tinha dado como perdido o disco. Eita bandinha boa, rapaz... Hoje acordamos e pude constatar que mesmo depois de muito tempo sem ir lá, os hábitos continuam os mesmos: dominó com gin, todo mundo almoçando junto, ao chamado do sino de Dona Helena, salada de frutas com leite condensado de sobremesa, Tito e Nando tirando onda da nossa cara, etc. Ainda revi Edgard e Renatinha, que fazia séculos que não os via. E conheci Luana, a filha de Pati. Que pirralha linda da porra. Voltamos hoje de noite de lá, depois de comer o empadão de Seu Ricardo (que estava uma delícia), com a promessa de repetirmos mais vezes essa programação. Eu digo logo que to dentro, mas da proxima vez vai ter que rolar Master, Imagem & Ação ou então Serejo levar o Playstation dele. Porque esse povo que dorme depois do almoço e deixa os outros sem fazer nada num colaboram muito não.
Nu
Habagaceira
Antes da visão havia tua voz
Antes da razão a tua era por nós
Tanta provação
Num mundo de um sozinho
E tanta assombração num quintal vizinho
Me entrego agora
Como quem quer descansar
De não ser, o que quer
Como um aborto da memória
Como um cego a se enxergar
Não sou mais do que um medo de lhe mostrar
Que eu não sou quem você criou
E tento não levar embora
O que de bom deixei em ti
sábado, julho 22, 2006
Consolo
Se um dia você pensar que a sua situação está ruim, lembre-se que sempre terá alguém pior do que você.
Quinta, 20 de julho de 2006, 18h10
Atualizada às 18h58
Homem processa mecânico por levar 6 anos para consertar carro
José Oronó, um aposentado argentino de 73 anos, processou seu mecânico por não ter consertado ainda um carro que colocou na oficina há mais de seis anos. Oronó, ator e vendedor de livros aposentado, levou seu pequeno automóvel Fiat 600, modelo 1970, à oficina em agosto de 2000 para que o veículo fosse pintado e passasse por um reparo na carroceria. O mecânico não concluiu o trabalho ainda, 2.314 dias depois de ter recebido o carro.
O argentino disse a jornais da província de Salta, que fica ao norte de Buenos Aires, que seu carro "andava bem, mas que tinha uma pintura que era um desastre". "Era a solução para meu trabalho, já que permitia me deslocar com eficiência e por toda a região vendendo meus livros. No entanto, por causa de seu aspecto, a Polícia Rodoviária me considerava um louco: me parando a cada momento, pois afirmava que o veículo era um perigo", declarou.
Com o dinheiro que ganhou em uma rifa, Oronó, que ficou conhecido nos anos de 1970 por sua participação em séries de televisão, decidiu reparar seu carro e o levou à oficina do lanterneiro Oscar Ortega, que comprou do livreiro um dicionário "que nunca foi pago".
Após fazer um orçamento e pedir um adiantamento para comprar o material necessário, Ortega disse que no prazo de uma semana o veículo estaria pronto, promessa que não cumpriu naquela oportunidade nem nas outras duas mais nas quais pediu mais dinheiro.
"A verdade é que ele jamais fez nada e sempre dava novas desculpas: Que uma tia ficou doente ou que roubaram uma caminhonete.No dia 27 de outubro ele afirmou que em três de novembro eu já andaria com meu carrinho, que estaria como novo", declarou Oronó.
O vendedor de livros explicou que nunca quis apresentar um processo contra o mecânico, "pois tem uma ótima mulher, dois bons filhos e uma mãe velhinha".
Oronó se cansou de esperar quando em abril Ortega se comprometeu por escrito a entregar em um prazo de 48 horas o automóvel, que ainda não está pronto. Desde que José Oronó levou seu pequeno carro para a oficina a Argentina já teve seis presidentes da República diferentes e foram disputadas duas Copas do Mundo.
Quinta, 20 de julho de 2006, 18h10
Atualizada às 18h58
Homem processa mecânico por levar 6 anos para consertar carro
José Oronó, um aposentado argentino de 73 anos, processou seu mecânico por não ter consertado ainda um carro que colocou na oficina há mais de seis anos. Oronó, ator e vendedor de livros aposentado, levou seu pequeno automóvel Fiat 600, modelo 1970, à oficina em agosto de 2000 para que o veículo fosse pintado e passasse por um reparo na carroceria. O mecânico não concluiu o trabalho ainda, 2.314 dias depois de ter recebido o carro.
O argentino disse a jornais da província de Salta, que fica ao norte de Buenos Aires, que seu carro "andava bem, mas que tinha uma pintura que era um desastre". "Era a solução para meu trabalho, já que permitia me deslocar com eficiência e por toda a região vendendo meus livros. No entanto, por causa de seu aspecto, a Polícia Rodoviária me considerava um louco: me parando a cada momento, pois afirmava que o veículo era um perigo", declarou.
Com o dinheiro que ganhou em uma rifa, Oronó, que ficou conhecido nos anos de 1970 por sua participação em séries de televisão, decidiu reparar seu carro e o levou à oficina do lanterneiro Oscar Ortega, que comprou do livreiro um dicionário "que nunca foi pago".
Após fazer um orçamento e pedir um adiantamento para comprar o material necessário, Ortega disse que no prazo de uma semana o veículo estaria pronto, promessa que não cumpriu naquela oportunidade nem nas outras duas mais nas quais pediu mais dinheiro.
"A verdade é que ele jamais fez nada e sempre dava novas desculpas: Que uma tia ficou doente ou que roubaram uma caminhonete.No dia 27 de outubro ele afirmou que em três de novembro eu já andaria com meu carrinho, que estaria como novo", declarou Oronó.
O vendedor de livros explicou que nunca quis apresentar um processo contra o mecânico, "pois tem uma ótima mulher, dois bons filhos e uma mãe velhinha".
Oronó se cansou de esperar quando em abril Ortega se comprometeu por escrito a entregar em um prazo de 48 horas o automóvel, que ainda não está pronto. Desde que José Oronó levou seu pequeno carro para a oficina a Argentina já teve seis presidentes da República diferentes e foram disputadas duas Copas do Mundo.
sexta-feira, julho 21, 2006
4
4 é realmente um número interessante. São 4 os pontos cardeais, são 4 as operações básicas da aritimética, são 4 as estações do ano e são 4 os integrantes das bandas que mais gosto (Beatles, Los Hermanos e Parafusa). Coincidentemente, 4 também é o nome do 4º disco do Los Hermanos. Fazia um tempinho que eu não o escutava, mas escutar mesmo, colocar o disco pra tocar e não fazer mais nada a não ser ouví-lo. Pra mim, é o melhor disco do Los Hermanos. Muita gente discorda, acha um disco estranho, chato, paradão. Mas até os que acham isso vão ter que concordar comigo que ele é o mais bonito. Eita disquinho do caralho! E me trás muitas lembranças, muitas mesmo. Boas e ruins. Mas ultimamente eu to só dando atenção às boas. O disco fica infinitamente mais bonito assim.
Morena
Los Hermanos
É, morena, tá tudo bem
Sereno é quem tem
A paz de estar em par com Deus
Pode rir agora
Que o fio da maldade se enrola
Pra nós, todo o amor do mundo
Pra eles, o outro lado
Eu digo mal me quer
Ninguém escapa o peso de viver assim
Ser assim, eu não
Prefiro assim com você
Juntinho, sem caber de imaginar
Até o fim raiar
Pra nós, todo o amor do mundo
Pra eles, o outro lado
Eu digo mal me quer
Ninguém escapa o peso de viver assim
Ser assim, eu não
Prefiro assim com você
Juntinho, sem caber de imaginar
Até o fim raiar
Morena
Los Hermanos
É, morena, tá tudo bem
Sereno é quem tem
A paz de estar em par com Deus
Pode rir agora
Que o fio da maldade se enrola
Pra nós, todo o amor do mundo
Pra eles, o outro lado
Eu digo mal me quer
Ninguém escapa o peso de viver assim
Ser assim, eu não
Prefiro assim com você
Juntinho, sem caber de imaginar
Até o fim raiar
Pra nós, todo o amor do mundo
Pra eles, o outro lado
Eu digo mal me quer
Ninguém escapa o peso de viver assim
Ser assim, eu não
Prefiro assim com você
Juntinho, sem caber de imaginar
Até o fim raiar
Hoje é o dia da capivara

Das 00:00h até às 23:59h de hoje, é proibida a matança desse animal pão-duro. Congratulações, Capivara!!
P.S. - Que dor do caralho. Não consegui encontrar posição pra dormir que não doesse. Dois cochilos de uma hora e meia cada, e muita dor. Em compensação (nem tudo foi ruim), os sonhos foram ótimos. Saudades.
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